Parker, do you remember ?
Da última vez que eu postei ? (haha)
Pois é, já faz um tempão. Eu visito o Anna Molly quase que semanalmente, mas me falta coragem para postar. Coragem e assunto. Porque agora que sou Marjorie novamente, devo pensar antes de postar. É complicado. Antes eu não fazia isso.
Vou contar minhas novidades, acho.
Nas últimas semanas, andei fazendo porcarias. Porcarias além da minha cota permitida.
Porcarias com o Luis, um dos meus melhores amigos. Porcarias sujas.
Porcarias com o Àlan. Meu, hm, não sei. Talvez meu Ex - Futuro Namorado. Minha febre do momento.
Fiz porcaria com meu cabelo, e falei porcarias com a Dolly. Essas porcarias nao foram assim tão erradas. Afinal, xingar Hitler com uma Judia não é pecado. É alívio.
Fiz porcarias que agora já não me parecem tão porcalhosas. Me despedi de certos encomodos. Já não sinto mais tanta falta do Logínquo ano de 2007. Estou pronta para começar meu 2009. Sem olhar para trás. Sem essas besteiras de ficar remoendo o que foi dito.
Em resumo, estou mais leve.
Em resumo, me sinto mais feliz. Com mais vontade de vida.
"Não morreria por nada nesse mundo porque eu gosto realmente é de viver. Nem de amores eu morreria porque eu gosto mesmo é de viver de amores." Leila Diniz
Acho que posso dar alguns informes.
O Anna Molly morreu. Não vou deletá-lo, mas vou deixar de postar. Como já havia dito, já não faz sentido.
Tudo o que eu escrevo, penso e posto veio para cá:
UP
Story Tlr
A menina que roubava músicas
A menina que roubava Livros
Love Letter is So 05
Do You Remember?
E meu email: marjorie_mrsr@live.co.uk. Me adiciona gente.(haah)
Por hora, só. Tchau gente, tchau Anna Molly, Tchau 2007.
Olá 2009, grupinho brazio e minha vida mais legal :)
Pois é, já faz um tempão. Eu visito o Anna Molly quase que semanalmente, mas me falta coragem para postar. Coragem e assunto. Porque agora que sou Marjorie novamente, devo pensar antes de postar. É complicado. Antes eu não fazia isso.
Vou contar minhas novidades, acho.
Nas últimas semanas, andei fazendo porcarias. Porcarias além da minha cota permitida.
Porcarias com o Luis, um dos meus melhores amigos. Porcarias sujas.
Porcarias com o Àlan. Meu, hm, não sei. Talvez meu Ex - Futuro Namorado. Minha febre do momento.
Fiz porcaria com meu cabelo, e falei porcarias com a Dolly. Essas porcarias nao foram assim tão erradas. Afinal, xingar Hitler com uma Judia não é pecado. É alívio.
Fiz porcarias que agora já não me parecem tão porcalhosas. Me despedi de certos encomodos. Já não sinto mais tanta falta do Logínquo ano de 2007. Estou pronta para começar meu 2009. Sem olhar para trás. Sem essas besteiras de ficar remoendo o que foi dito.
Em resumo, estou mais leve.
Em resumo, me sinto mais feliz. Com mais vontade de vida.
"Não morreria por nada nesse mundo porque eu gosto realmente é de viver. Nem de amores eu morreria porque eu gosto mesmo é de viver de amores." Leila Diniz
Acho que posso dar alguns informes.
O Anna Molly morreu. Não vou deletá-lo, mas vou deixar de postar. Como já havia dito, já não faz sentido.
Tudo o que eu escrevo, penso e posto veio para cá:
UP
Story Tlr
A menina que roubava músicas
A menina que roubava Livros
Love Letter is So 05
Do You Remember?
E meu email: marjorie_mrsr@live.co.uk. Me adiciona gente.(haah)
Por hora, só. Tchau gente, tchau Anna Molly, Tchau 2007.
Olá 2009, grupinho brazio e minha vida mais legal :)
Bajulações, modéstia a parte.
Bem, eu não sabia ao certo quando isso iria acontecer, mas estava certa de que aconteceria. Quem lia o Blog, poderia não conhecer meu rosto, mas conheceu meu interior, meu eu de verdade. Tudo o que eu penso, tudo o que eu significo. Eu me abri aqui, e a melhor parte é que alguém leu; e algumas das pessoas me entenderam. Junto com a felicidade, me veio o pensamento:
- Cool, tem gente que me entende.
E, assim do nada, a coisa vem se tornando grande e insustentável. Fiz alguns amigos aqui, isso foi legal. Eles falavam deles por inteiro, mas eu sempre tive que estar meio escondida. Receio bobo, pé atrás. Não era a hora de revelar a minha identidade secreta, rere.
Depois de algum tempo, depois de passar meu ano ruim, as coisas vem melhorando visivelmente. Encontrei gente com quem me indentifico. Larguei de ter uma vida platônica. Nada mais justo do que revelar meu verdadeiro eu. Aproveitar a hora boa, larguar a tristeza.
Talvez essa não seja a melhor decisão a se tomar, mas estou me dando o direito de errar. Quero aprender com as minhas própias cagadas, rere.
O Anna Molly, aos poucos, foi se tornando diferente de mim. Sabe, deixou de ter um significado forte. A Anna Molly é a Marjorie antiga. A Marjorie receosa, a Marjorie triste. A melhor coisa a se fazer é mudar de nome. Mudar de visual. Tudo isso vai acontecer, mas sem pressa. Hora de deixar tudo ocorrer naturalmente. Deixar com que se pareça com essa nova época da minha vida. Pode parecer besteira, mas isso vai significar bastante para mim. Bajulações, modéstia a parte, estou me sentindo bem comigo mesma, e acho que não preciso mais me esconder. Prazer, Marjorie.
- Cool, tem gente que me entende.
E, assim do nada, a coisa vem se tornando grande e insustentável. Fiz alguns amigos aqui, isso foi legal. Eles falavam deles por inteiro, mas eu sempre tive que estar meio escondida. Receio bobo, pé atrás. Não era a hora de revelar a minha identidade secreta, rere.
Depois de algum tempo, depois de passar meu ano ruim, as coisas vem melhorando visivelmente. Encontrei gente com quem me indentifico. Larguei de ter uma vida platônica. Nada mais justo do que revelar meu verdadeiro eu. Aproveitar a hora boa, larguar a tristeza.
Talvez essa não seja a melhor decisão a se tomar, mas estou me dando o direito de errar. Quero aprender com as minhas própias cagadas, rere.
O Anna Molly, aos poucos, foi se tornando diferente de mim. Sabe, deixou de ter um significado forte. A Anna Molly é a Marjorie antiga. A Marjorie receosa, a Marjorie triste. A melhor coisa a se fazer é mudar de nome. Mudar de visual. Tudo isso vai acontecer, mas sem pressa. Hora de deixar tudo ocorrer naturalmente. Deixar com que se pareça com essa nova época da minha vida. Pode parecer besteira, mas isso vai significar bastante para mim. Bajulações, modéstia a parte, estou me sentindo bem comigo mesma, e acho que não preciso mais me esconder. Prazer, Marjorie.
Stella
Nem sempre sua vida fora assim. Antes, ela tinha sonhos. Stella sempre fora uma moça de bem. Aos 16 anos se casou, teve filhos. Seu sonho sempre foi ser feliz. Mas o marido nunca foi o que ela quis. Casou-se obrigada, com um homem de 36 anos. Aos 20, abandonara sua casa, família e filhos. Fugira. Não havia um destino; então ela passou por vários lugares. Mudou-se de País. Ela não conseguia um emprego. Hoje, ela não passa de uma velha e feia prostituta de 43 anos.
Ela já não acreditava em mais nada. Se afundou em drogas, em bebidas. Essa não seria uma noite diferente das outras. A chuva escorria pelo seu cansado rosto, retirando a maquiagem. Sentiu uma pontada no estômago. Provávelmente era a fome, já que ela não comera nada durante o dia. Sentou-se no meio fio. Os tempos estavam difíceis. Ela já estava velha para exercer a ‘profissão’. Levantou-se. Andou sem rumo por várias ruas, até finalmente parar em frente de uma padaria. Um velho saiu lá de dentro. Ela suplicou:
- Por favor, me deixe aqui.
O velho, tinha os olhos azuis e bondosos, e os braços quentes e aconchegantes. Ele só não a deixou ficar, como a levou para dentro, e a alimentou.
Toda noite aquilo se repetia. Às vezes eles converssavam, e ele lhe dava uma broa doce, ou um refresco de pêra. Mas haviam dias em que ele só entregava um pedaço de pão e à mandava sair. Naquela noite, ele à convidou para ficar. Disse que precisava contar algo. Ela aceitou.
- Stella, você acredita em Deus ?
- Sim, embora ele não seja muito legal comigo.
- Stella, eu sou Deus.
- Impossível.
- Você me jurou que guardaria um segredo.
- E vou. Irei guardar o segredo de que você está louco.
- Stella, eu estou apaixonado.
- Não sabia que Deus se apaixonava.
- Stella, eu lhe proponho. O mundo por uma noite.
- Senhor, eu aceito. Não era nescessário inventar essa história. Afinal, trabalho com isso.
Naquela noite, Ele se rendeu aos prazeres carnais.
-Oh, leve meu coração pra longe essa noite. Porque já não me pertence.
-E o amor será o meu túmulo.
E ao acordar, Stella havia realizado seu maior desejo. Ela não tinha planos para amanhã. Stella controlava o mundo. Ela estava no controle. Por pura diversão.
*
a) Eu acredito em Deus, e isso é Ficção.
b) O post foi feito em base de metáforas.
c) Não enxam o saco crentes malditos ¬¬'
Ela já não acreditava em mais nada. Se afundou em drogas, em bebidas. Essa não seria uma noite diferente das outras. A chuva escorria pelo seu cansado rosto, retirando a maquiagem. Sentiu uma pontada no estômago. Provávelmente era a fome, já que ela não comera nada durante o dia. Sentou-se no meio fio. Os tempos estavam difíceis. Ela já estava velha para exercer a ‘profissão’. Levantou-se. Andou sem rumo por várias ruas, até finalmente parar em frente de uma padaria. Um velho saiu lá de dentro. Ela suplicou:
- Por favor, me deixe aqui.
O velho, tinha os olhos azuis e bondosos, e os braços quentes e aconchegantes. Ele só não a deixou ficar, como a levou para dentro, e a alimentou.
Toda noite aquilo se repetia. Às vezes eles converssavam, e ele lhe dava uma broa doce, ou um refresco de pêra. Mas haviam dias em que ele só entregava um pedaço de pão e à mandava sair. Naquela noite, ele à convidou para ficar. Disse que precisava contar algo. Ela aceitou.
- Stella, você acredita em Deus ?
- Sim, embora ele não seja muito legal comigo.
- Stella, eu sou Deus.
- Impossível.
- Você me jurou que guardaria um segredo.
- E vou. Irei guardar o segredo de que você está louco.
- Stella, eu estou apaixonado.
- Não sabia que Deus se apaixonava.
- Stella, eu lhe proponho. O mundo por uma noite.
- Senhor, eu aceito. Não era nescessário inventar essa história. Afinal, trabalho com isso.
Naquela noite, Ele se rendeu aos prazeres carnais.
-Oh, leve meu coração pra longe essa noite. Porque já não me pertence.
-E o amor será o meu túmulo.
E ao acordar, Stella havia realizado seu maior desejo. Ela não tinha planos para amanhã. Stella controlava o mundo. Ela estava no controle. Por pura diversão.
*
a) Eu acredito em Deus, e isso é Ficção.
b) O post foi feito em base de metáforas.
c) Não enxam o saco crentes malditos ¬¬'
Até os Robôs podem chorar.
-Isso não doerá mais que um beliscão, então pegue uma bebida.
-Vamos conversar.
-Estou de volta depois de todos estes anos, e ...
-Não tenha medo querida. Agora eu sou mais velho.
-Por que as pessoas mudam ?
-Não vê meus olhos?
-Eles já não são os mesmos após as mentiras ...
-Eu sei que eu sou como uma máquina, mas eu ainda tenho sonhos. Eu sei que um dia nós vamos ...
-Chega, eu não acredito mais.
-Venha,venha. Eu não vou cometer os mesmos erros.
-Estou me matando pra não te machucar ...
-Em nossos sonhos, nós podemos ser perfeitos de novo.
-Quando você era menor, você tinha uma lista das coisas que sentia falta. Como você cresceu, eu tenho te conhecido ...
-É, eu continuo sendo uma criança. Mesmo que eu esteja mais frio.Eu estava perdido solitário, mas você construiu uma casa para mim na estrada. Eu estava sustentando o frio para sentir você aumentando o calor.Eu sei que um dia nós vamos...
-Basta de histórias.
-Venha,venha. Eu não vou cometer os mesmos erros.
-Estou me matando para não te machucar.
-Em nossos sonhos, nós podemos ser perfeitos.
-Se formos dormir, a gente pode acordar em casa de novo.
[Adaptação de: Cobra Starship - One Day, Robots Will Cry]
-Vamos conversar.
-Estou de volta depois de todos estes anos, e ...
-Não tenha medo querida. Agora eu sou mais velho.
-Por que as pessoas mudam ?
-Não vê meus olhos?
-Eles já não são os mesmos após as mentiras ...
-Eu sei que eu sou como uma máquina, mas eu ainda tenho sonhos. Eu sei que um dia nós vamos ...
-Chega, eu não acredito mais.
-Venha,venha. Eu não vou cometer os mesmos erros.
-Estou me matando pra não te machucar ...
-Em nossos sonhos, nós podemos ser perfeitos de novo.
-Quando você era menor, você tinha uma lista das coisas que sentia falta. Como você cresceu, eu tenho te conhecido ...
-É, eu continuo sendo uma criança. Mesmo que eu esteja mais frio.Eu estava perdido solitário, mas você construiu uma casa para mim na estrada. Eu estava sustentando o frio para sentir você aumentando o calor.Eu sei que um dia nós vamos...
-Basta de histórias.
-Venha,venha. Eu não vou cometer os mesmos erros.
-Estou me matando para não te machucar.
-Em nossos sonhos, nós podemos ser perfeitos.
-Se formos dormir, a gente pode acordar em casa de novo.
[Adaptação de: Cobra Starship - One Day, Robots Will Cry]
Deixe os Bons Tempos Rolarem.
Eu era uma menina qualquer. Desde cedo, aprendi a não confiar em tudo o que me dizem. Em meados de 2007, com toda aquela onda de Orkut, lá fui eu. Me cadastrei. Meus 'amigos' não passavam de 20, ou 30. Só gente da escola, só conhecidos. Um dia, um cara me adicionou. Fiquei animada com isso, afinal, eu que adicionava os outros. Eu o aceitei, e começamos a conversar. Depois dele, várias pessoas me adicionaram também. Com os outros, eu falava sobre música. Com ele, eu falava sobre tudo.
Aquele garoto, ah aquele garoto, parecia me compreender plenamente. Ele passou a ser meu melhor amigo, meu conselheiro. Foi ele o primeiro a saber dos meus problemas. Eu, em partes, também sabia dos problemas dele. E assim, nós não passavamos um dia sequer sem conversar. O legal era que um de nós sempre tínhamos uma piadinha pronta, uma frase de apoio, um para o outro.
Dentro de alguns meses, eu me via perdidamente apaixonada por ele. Seria meu primeiro amor correspondido. Pois sim, ele parecia sentir o mesmo. Apesar da distância, nós eramos tímidos. Nínguém falava nada. E tinha ta,bém a diferença de idade, que não passava de 2, 3 anos. Mas eu não queria um 'namorado à distância'. Eu queria um amigo.
Nós fazíamos planos. Desde os mais simples até os mais absurdos. Desde ir até Manaus, ou passar por seguranças de shows, vestidos de macacos. Eu me divertia. Eu contava para todo mundo. Eu escrevia. Eu sentia.
Existiram nossas brigas, nossas discussões. Mas nada agravante. Logo depois, vinham as longas divagações. Sobre Deus, ou sobre o Fall Out Boy. Eu ria muito, eu era feliz.
Com o passar do tempo, coisas aconteceram. Nos distânciamos. Discutimos feio, por motivos chulos.
Depois de algum tempo de afastamento, voltamos a nos falar. Não era a mesma coisa, não mesmo. Não sei se o motivo foi a nossa discussão, ou o fato de ele ter crescido, amadurecido. Ele já era um homem. E eu só a garota que se arriscou demais. Nossa última conversa havia sido normal. Ele havia me chamado de escritora várias vezes. Eu não entendi direito, afinal, eu nunca havia publicado nada. Depois disso, ele nunca mais m respondeu. Sumiu da minha vida do mesmo jeito que entrou. Mas levou parte dela. E com o tempo fui ficando mais seletiva, aquelas amizades fúteis que eu tinha já não me interessam mais, as músicas ruins não me completam e o amor, ah o amor, só se for real.
"Eu quero mais é que tudo relacionado a você se exploda. Desde a sua cidade até os apelidinhos ridículos que você me chamava. A verdade é que eu não sei suas gírias, e você não se interessa pelo que passa por aqui. Se a sua greve é de silêncio, a minha é de barulho. Sorte que alguém lembra de você. Porque eu já esqueci."
Aquele garoto, ah aquele garoto, parecia me compreender plenamente. Ele passou a ser meu melhor amigo, meu conselheiro. Foi ele o primeiro a saber dos meus problemas. Eu, em partes, também sabia dos problemas dele. E assim, nós não passavamos um dia sequer sem conversar. O legal era que um de nós sempre tínhamos uma piadinha pronta, uma frase de apoio, um para o outro.
Dentro de alguns meses, eu me via perdidamente apaixonada por ele. Seria meu primeiro amor correspondido. Pois sim, ele parecia sentir o mesmo. Apesar da distância, nós eramos tímidos. Nínguém falava nada. E tinha ta,bém a diferença de idade, que não passava de 2, 3 anos. Mas eu não queria um 'namorado à distância'. Eu queria um amigo.
Nós fazíamos planos. Desde os mais simples até os mais absurdos. Desde ir até Manaus, ou passar por seguranças de shows, vestidos de macacos. Eu me divertia. Eu contava para todo mundo. Eu escrevia. Eu sentia.
Existiram nossas brigas, nossas discussões. Mas nada agravante. Logo depois, vinham as longas divagações. Sobre Deus, ou sobre o Fall Out Boy. Eu ria muito, eu era feliz.
Com o passar do tempo, coisas aconteceram. Nos distânciamos. Discutimos feio, por motivos chulos.
Depois de algum tempo de afastamento, voltamos a nos falar. Não era a mesma coisa, não mesmo. Não sei se o motivo foi a nossa discussão, ou o fato de ele ter crescido, amadurecido. Ele já era um homem. E eu só a garota que se arriscou demais. Nossa última conversa havia sido normal. Ele havia me chamado de escritora várias vezes. Eu não entendi direito, afinal, eu nunca havia publicado nada. Depois disso, ele nunca mais m respondeu. Sumiu da minha vida do mesmo jeito que entrou. Mas levou parte dela. E com o tempo fui ficando mais seletiva, aquelas amizades fúteis que eu tinha já não me interessam mais, as músicas ruins não me completam e o amor, ah o amor, só se for real.
"Eu quero mais é que tudo relacionado a você se exploda. Desde a sua cidade até os apelidinhos ridículos que você me chamava. A verdade é que eu não sei suas gírias, e você não se interessa pelo que passa por aqui. Se a sua greve é de silêncio, a minha é de barulho. Sorte que alguém lembra de você. Porque eu já esqueci."
Você mata.
Braulio tem os olhos e cabelos escuros. Nunca come em excesso e jamais dorme sem roupa. Sempre se veste de cinza, pois não tem remédio. Tem tendência a buscar sempre o ponto intermediário.
Dana é uma menina de bem (isso dizem os seus pais). Nunca chega a sua casa mais de dez nem muito tarde.
Bráulio e Dana se querem como qualquer casal. Porém um dia foram presa da natureza. E de seus próprios instintos, não escaparam com sorte. Com fogo por dentro, e os hormônios presentes, pela lei da atração, juntaram-se os corpos.
Porém se na hora do chá nada acontece, apenas acontecerá longe de casa. Por haver trazido um habitante mais à ingressar a essa podre cidade, onde o que não se quer se mata.
Esse dia chegou um pouco mais das dez. Porém o susto se deu uma semana depois. Quando se confirmaram suas terríveis suspeitas. Uma criança nasceria e já sabia a data. E antes do que os vizinhos e a família soubessem foram ao 'médico', para acabar com o problema.
Hoje o vizinho esta em casa, tomando uma boa chuveirada. E você dois metros abaixo da terra vendo crescer vermes.
Dana é uma menina de bem (isso dizem os seus pais). Nunca chega a sua casa mais de dez nem muito tarde.
Bráulio e Dana se querem como qualquer casal. Porém um dia foram presa da natureza. E de seus próprios instintos, não escaparam com sorte. Com fogo por dentro, e os hormônios presentes, pela lei da atração, juntaram-se os corpos.
Porém se na hora do chá nada acontece, apenas acontecerá longe de casa. Por haver trazido um habitante mais à ingressar a essa podre cidade, onde o que não se quer se mata.
Esse dia chegou um pouco mais das dez. Porém o susto se deu uma semana depois. Quando se confirmaram suas terríveis suspeitas. Uma criança nasceria e já sabia a data. E antes do que os vizinhos e a família soubessem foram ao 'médico', para acabar com o problema.
Hoje o vizinho esta em casa, tomando uma boa chuveirada. E você dois metros abaixo da terra vendo crescer vermes.
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